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domingo, julho 05, 2009

Gripe A - O que podem as empresas fazer para se prepararem?

A Ministra da Saúde alertou para a necessidade de as empresas accionarem os seus planos de contingência para fazer face à pandemia, já que o país não pode parar.

Algumas das maiores empresas portuguesas já têm estes planos desde que se falava numa eventual pandemia da gripe das aves e garantem estar preparadas para enfrentar a situação.

Numa atitude responsável, as empresas têm planos de contingência para actuar face às diversas situações - problemas de energia, greves, problemas com sistemas informáticos, catástrofes naturais, etc. - a nível local ou regional.


Um planeamento antecipado e o desenvolvimento de um plano para a pandemia de gripe constituem uma medida importante. Este plano deverá incluir a identificação das funções críticas da empresa, as possibilidades de trabalhar a partir de casa, uma maior atenção às questões de higiene, máscaras faciais, etc., a fim de minimizar o impacto de uma pandemia.


O plano deve igualmente identificar o acesso a uma terapêutica adequada para intervenção médica, incluindo antivirais, nos termos da legislação e regulamentos locais. As empresas poderão ainda necessitar de aconselhamento médico sobre o fornecimento de antivirais às famílias dos seus colaboradores.

As pandemias de gripe são eventos raros, mas recorrentes. Ocorrem normalmente com intervalos de 10 a 40 anos. O exemplo mais conhecido é a pandemia de 'gripe espanhola' de 1918, que se estima que tenha causado a morte a 30 a 50 milhões de pessoas em todo o mundo.


De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma pandemia de gripe ocorre quando aparece uma nova estirpe do vírus influenza A contra a qual a população humana não tem imunidade. Em todo o mundo, ocorrem surtos sucessivos que podem dar origem a números elevados de mortes e casos de doença, causando uma perturbação generalizada da estrutura social.

Segundo a Direcção Geral de Saúde:

"A OMS recomenda que os países e as empresas se preparem para uma possível pandemia de gripe, pois, apesar de não se poder prever quando vai ser o seu início, existe actualmente esse risco.

Em situação de pandemia de gripe, as empresas têm um papel fulcral a desempenhar na protecção da saúde e segurança dos seus empregados, colaboradores e clientes, assim como na limitação do impacte negativo sobre a economia e a sociedade. Deste modo, as empresas deverão ter Planos de Contingência que contemplem a redução dos riscos para a saúde dos trabalhadores e a continuidade das actividades essenciais, de forma a minimizar o impacte de qualquer disrupção e a assegurar o funcionamento da sociedade."



Lista de verificação de preparação para uma pandemia

· Tem acesso a informações fiáveis sobre a gripe pandémica?

· Dispõe de um plano de continuidade de negócio em caso de pandemia?

· O seu plano inclui uma reserva de antivirais?

· Delineou uma estratégia de comunicação para os seus colaboradores?

· Os seus fornecedores e outros parceiros de negócio estão preparados?

· Teve em conta uma reserva de antivirais para familiares que possam contrair a gripe?

mais info no Site do Ministério da Saúde

em caso de qualquer dúvidas ligue para a linha Saúde 24: 808 24 24 24

terça-feira, março 24, 2009

a diabetes desconhecida

Devidamente tratada, a diabetes não impede o doente de ter uma vida perfeitamente normal e autónoma. Contudo, é fundamental que o diabético se ajude a si mesmo, autocontrolando a sua doença. Aliás, se o doente for determinado neste papel de autovigilância, a sua vida ficará muito facilitada.


Cerca de 395 mil portugueses desconhecem ter diabetes e muitos só são diagnosticados quando surgem complicações, revela o primeiro estudo nacional de prevalência da doença, apresentado hoje em Lisboa.

No total, mais de 900 mil pessoas em Portugal são diabéticas, indica o estudo, promovido pela Sociedade Portuguesa de Diabetologia e Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP), e integrado no Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Diabetes da Direcção-Geral da Saúde.

Luís Gardete Correia, presidente da APDP, explicou que a prevalência da diabetes na população portuguesa entre os 20 e os 79 anos é de 11,7 por cento, o que corresponde a 905.035 pessoas.

O estudo revela ainda que 5,1 por cento dos diabéticos não estão diagnosticados.

"É preocupante porque são pessoas que têm a doença, que está a evoluir, mas que muitas vezes só são diagnosticadas quando têm uma complicação" de saúde relacionada com a diabetes.

Comparando com outros países europeus, os números nacionais são dos mais elevados, mas Gardete Correia recordou que os dados da Alemanha e da Inglaterra já têm algum tempo, pelo que, se fossem actualizados, provavelmente ficariam ao mesmo nível das estatísticas portuguesas.

Este estudo foi desenvolvido de forma aleatória em 122 locais do país, atendendo à densidade populacional e zonas urbanas e zonas rurais, com uma amostra de 5.167 pessoas representativas do país inteiro.

A diabetes é uma doença crónica que se caracteriza pelo aumento dos níveis de açúcar (glicose) no sangue e pela incapacidade do organismo em transformar toda a glicose proveniente dos alimentos.

mais em http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1370631&idCanal=62

quarta-feira, março 11, 2009

Consultas sobre Saúde Nutricional gratuitas

Mês Europeu do Cancro Colo-rectal com apoio a doentes


No primeiro aniversário do Mês Europeu do Cancro Colo-rectal (CCR), a associação Europacolon dá mais um passo no apoio aos doentes de cancro do intestino criando uma consulta de nutrição gratuita. O principal objectivo desta iniciativa é informar e sensibilizar a população.

Já a partir desta semana, a associação disponibiliza um novo serviço direccionado aos doentes de cancro do intestino com consultas de aconselhamento nutricional gratuitas.




O objectivo é ajudar o doente a ter uma atitude saudável no seu dia-a-dia e promover os meios que aumentem a sua qualidade de vida. A nutrição é uma componente primordial no bem-estar do doente e contribui de forma significativa para um melhor tratamento da doença.

Para Vítor Neves, presidente da Europacolon Portugal “importa fomentar o desenvolvimento de processos clínicos de excelência no nosso país, em tudo o que à doença disser respeito, contribuindo para a melhoria dos cuidados médicos, apoiando a investigação, a formação e encorajando a evolução clínica, bem como continuar a promover os projectos de prevenção e educação junto da população”.

A criação de uma consulta de apoio nutricional, orientada para as necessidades específicas dos doentes de cancro colo-rectal, o cancro com maior incidência no nosso país, vem juntar-se a outras iniciativas de responsabilidade social desenvolvidas pela Europacolon Portugal.

Lista de espera

Destaca-se o lançamento de uma Linha de Atendimento (808 200 199) a doentes com cancro do intestino e à população em geral, em 2007 e a criação de consultas de acompanhamento psicológico em 2008. No entanto, o Ciência Hoje ligou para a linha e não havia ninguém disponível para prestar esclarecimentos e sugeriram uma lista de espera.

A associação pretende assim facultar informação sobre a doença, sintomatologia, áreas de risco, estratégias de prevenção, opções de tratamento, aos doentes, familiares e/ou cuidadores e profissionais de saúde.

“Enquanto Associação pretendemos apoiar o doente na percepção das repercussões da doença no seu dia-a-dia e o que poderá fazer para as minimizar,” disse o presidente.

Margarida Vieira, Nutricionista e Mestre em Nutrição Clínica, irá fazer as consultas presenciais, gratuitas, nas instalações da Associação às segundas e terças das 10h às 12h.

O Mês de Março é, desde 2008, o Mês Europeu de Sensibilização para o Cancro Colo Rectal. A Associação de Luta Contra o Cancro do Intestino apresentou esta iniciativa, no Parlamento Europeu com o objectivo de sensibilizar para o rastreio e o diagnóstico precoce como formas de prevenir a doença.

Sobre o Cancro Colo-Rectal

O Cancro Colo-Rectal é o segundo tipo desta doença mais comum na Europa Ocidental, logo a seguir ao do Pulmão nos homens e ao da mama nas mulheres. Mais de 417 mil pessoas são diagnosticadas, por ano, com CCR, na Europa todos os anos, com taxa de mortalidade superior a 50 por cento.

Em Portugal estima-se que existam mais de 6.500 novos casos por ano, o que equivale a dizer que morrem por dia mais de dez pessoas com esta doença. É o cancro com maior incidência em Portugal.

segunda-feira, novembro 17, 2008

Grandes barrigas podem duplicar o risco de morte prematura

Ponha de lado as contas para calcular o Índice de Massa Corporal (o resultado da divisão do seu peso em quilos pela sua altura em metros ao quadrado), ou mesmo a balança e vá buscar a fita métrica. O seu perímetro abdominal será um dos mais fiáveis sinais de alarme para o risco de morte prematura, dizem os especialistas num estudo publicado ontem no New England Journal of Medicine que envolveu mais de 350 mil pessoas. Conclusão: Um “pneu” com mais de 120 centímetros num homem e 100 centímetros numa mulher significa que duplicou o risco de morte prematura.




O perímetro abdominal já estava claramente associado ao risco de doenças cardiovasculares e diabetes. Agora ficou unido ao perigo de morte. Mesmo que o seu IMC seja normal (entre os 18 e 25) e mesmo que não possa ser considerada uma pessoa obesa, se o seu pneu ultrapassar os 80 centímetros (nos homens) ou os 65 (nas mulheres) comece a preocupar-se, dizem os especialistas. A partir daí, os seus riscos começam a aumentar. Cada cinco centímetros a mais significa um aumento de 17 por cento de risco nos homens e 13 por cento nas mulheres.

“O nosso estudo mostra que acumular gordura em excesso na sua cintura pode colocar a sua saúde em risco mesmo se o seu peso for normal baseado no IMC. Não há muitas características no indivíduo que possam aumentar o risco de morte até este ponto, independentemente de fumar ou beber”, refere Elio Riboli, do departamento de Epidemiologia e Saúde Pública do Imperial College London, numa nota de imprensa sobre o projecto. O autor principal do artigo, Tobias Pischon, do Instituto de Nutrição Humana na Alemanha, acrescenta: “A gordura abdominal não é apenas um depósito de energia, mas também liberta substâncias que podem contribuir para o desenvolvimento de doenças crónicas. Esta será a explicação para a ligação”.

O estudo também avaliou o rácio entre a cintura e as ancas (dividindo as medidas da cintura pelas da anca) associando-o também ao risco de morte prematura. Tendo como coordenadas os resultados entre 0,78 e 1,10 nos homens e os 0,66 e os 0,98 nas mulheres, cada aumento na ordem dos 0,1 neste rácio foi relacionado com mais 34 por cento de risco de morte prematura nos homens e 24 por cento nas mulheres.

mais em http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1349906

sexta-feira, outubro 31, 2008

ruptura de aneurisma após praxe

Um aluno da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Leiria sofreu a ruptura de um aneurisma cerebral, depois de uma praxe académica.
Questiona-se agora se a praxe poderá ter despoletado a ruptura do aneurisma, mas apesar dos receios da família, não está provada relação directa entre o incidente e o ritual.

A ruptura de um aneurisma pode acontecer em qualquer circunstância, mas as praxes podem provocar danos a quem tenha problemas de saúde, sejam aneurisma ou outros. Para quem está a entrar no meio a académico e quer fazer parte desta nova vida, e ainda por cima desconehce que tem problemas de saúde, é um risco que terá de correr, como tantos outros na vida...

Embora compreenda que a mãe esteja traumatizada com a situação, não concordo quando "adverte os outros pais para que, sempre que possível, evitem que os filhos andem nestas coisas"...

mais em http://jn.sapo.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=1036366


O que é um Aneurisma cerebral?
é uma dilatação anormal de uma artéria cerebral que pode levar a ruptura da mesma no local enfraquecido e dilatado.
Uma comparação de como se parece um aneurisma é a dilatação ou irregularidade da câmara de um pneu. Formam-se irregularidades na superfície da câmara e em um destes locais há ruptura da mesma com perda de ar sob pressão. Nos indivíduos que têm aneurisma cerebral há a ruptura desta irregularidade da artéria cerebral e "vazamento" de sangue para um espaço virtual que existe no cérebro chamado de "espaço subaracnóide".
A ruptura inicial de um aneurisma cerebral leva à morte quase um terço dos pacientes. Alguns pacientes apresentam dois ou mais episódios de hemorragia do aneurisma cerebral. Em cada uma das hemorragias o risco de morte vai se somando.